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TSE alerta para golpes que usam falsas pendências na Justiça Eleitoral
Mensagem também pode envolver convocação para mesário
Radioagência Nacional - Por João Barbosa* - estagiário da Rádio Nacional
Publicado em 14/09/2026 15:34
Notícias
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Justiça Eleitoral tem alertado sobre a ocorrência de golpes digitais, em que criminosos fingem ser representantes de órgãos oficiais para forçar pagamentos indevidos ou roubar dados dos eleitores.

Seja por Whatsapp ou e-mail, golpistas encaminham mensagens informando supostas pendências que devem ser quitadas no portal da Justiça Eleitoral. Outras situações envolvem a falsa convocação de mesários.

Em ambos os casos, é enviado um link que direciona a um site falso, semelhante à página da Justiça Eleitoral, onde as vítimas são induzidas a realizar pagamentos indevidos ou compartilhar dados pessoais. 

Para aumentar a credibilidade do disfarce, as mensagens encaminhadas contêm a logomarca do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nome e CPF das vítimas.

Segundo o TSE, mensagens enviadas por estes canais nem sempre são fraudulentas, pois alguns Tribunais Regionais Eleitorais podem utilizar os meios para encaminhar comunicados oficiais. Além disso, o serviço de regularização eleitoral é gratuito, o que não impede a cobrança de multas por ausência nas eleições, por exemplo.

A recomendação é nunca clicar imediatamente no link encaminhado, e verificar informações nos canais oficiais - como o Portal do TSE, o Autoatendimento Eleitoral ou o aplicativo E-título.

A Justiça Eleitoral orienta o cidadão a desconfiar caso receba mensagens que:

  • Exija pagamento ou cobrança urgente;
  • Ameace bloquear serviços ou outras consequências graves;
  • Peça a instalação de um aplicativo desconhecido;
  • Ou prometa a realização de um serviço que está suspenso para a preparação das eleições.

Também é possível conferir a origem da cobrança. Os pagamentos direcionados à Justiça Eleitoral devem ter como recebedor o Tesouro Nacional, e nunca os dados de uma pessoa física.

 

*Sob supervisão de Fábio Cardoso

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
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